quinta-feira, 4 de agosto de 2011

As 10 maiores rivalidades do futebol - Parte 2

Depois da primeira parte da lista, estaremos trazendo a segunda parte.


5. Schalke 04 vs. Borussia Dortmund

O futebol serviu para unir os povos alemães em meio às constantes guerras pelas quais o país passou ao longo da história. Mas nem tudo eram flores no mundo esportivo, e uma disputa interna começou. O Borussia Dortmund foi fundado por católicos em uma região da Alemanha de maioria protestante. No início, o clube ficou fadado à sombra de seu principal rival, o Schalke 04, de Gelsenkirchen (a cerca de 40 quilômetros de Dortmund). Eles não são os principais campeões do país, mas, por ficarem na região com maior número de habitantes, ostentam as torcidas mais numerosas – que não podem sequer mencionar o nome da cidade do time adversário, denominada como “cidade proibida”.


4. Boca Juniors vs. River Plate
 
Costuma-se dizer que um clássico entre os argentinos Boca Juniors e River Plate começa uma semana antes da data do jogo, e termina apenas uma semana depois. Tudo isso devido à tamanha mobilização – e provocação – dos torcedores. A maior rivalidade sul-americana em campo é ainda mais acirrada pelo contraste econômico. A imponente La Bombonera fica no bairro pobre de La Boca, em Buenos Aires. No mesmo local, foi erguido o primeiro estádio do River Plate, que depois se mudou para uma área mais nobre da capital argentina, próximo ao Rio da Prata, onde permanece até hoje.
 
 
3. Galatasaray vs. Fenerbahçe
 
Com mais de 100 anos de história, Galatasaray e Fenerbahçe fazem o maior clássico da Turquia e um dos mais tensos do mundo. A posição geográfica de Istambul serve como aperitivo até para um simples amistoso. O Galatasaray fica do lado europeu da cidade, reservada à aristocracia, enquanto a sede do Fenerbahçe está no lado asiático, onde ficavam os “plebeus”. O time da parte europeia sempre se orgulhou de ser o maior. Contudo, grandes investimentos atualmente estão inflando também o lado asiático.


2. Lazio vs. Roma

Em 2004, o clássico entre Roma e Lazio chegou a ser suspenso por causa de uma ameaça de morte aos jogadores que participariam da partida. A política é a maior causa da rivalidade entre as principais equipes da capital italiana. Na década de 20, os times romanos se juntaram para formar um único time, que se chamaria Roma. Anos depois, o ditador Benito Mussolini revelou ser torcedor da Lazio, que não havia se unificado aos outros clubes. Além do apoio do ditador, o time ganhou a torcida dos nacionalistas, e o proletariado socialista acabou adotando a Roma.


1. Celtic vs. Rangers

Realizado há mais de 120 anos, a Escócia tem um dos maiores clássicos do futebol mundial – e o mais violento. O confronto entre Celtic e Rangers é conhecido como “The Old Firm” (A Velha Firma, na tradução literal para o português). A polêmica fica por conta da religião, que sempre entrou em campo com os jogadores. O Celtic foi fundado por um padre católico Irlandês, em 1887, e o Rangers representa a elite protestante do país. No início, nenhum dos times aceitava jogadores de religiões diferentes – cenário que acabou sendo alterado devido à entrada de patrocinadores nas equipes. A briga de um jogo em 1931 terminou com a morte de um jogador.

Alguns números:

Além dos fatores sociais, religiosos e políticos que fazem do Old Firm um confronto tão singular, nenhum outro clássico é disputado por duas equipes tão vitoriosas e hegemônicas em nível nacional. Celtic e Rangers ostentam juntos simplesmente 159 títulos do Campeonato Escocês e da Copa da Escócia, e a supremacia absoluta de ambos no campeonato nacional já se estende por 24 anos.

Considerando o clássico em si, o Rangers tem 152 vitórias contra 138 do Celtic, além do maior artilheiro da história do duelo, o ídolo Robert Hamilton, autor de 35 gols. Os clubes também registram o recorde britânico de público em uma partida de campeonato nacional, com 118.567 torcedores presentes no estádio do Rangers no dia 2 de janeiro de 1939. Em 1969, os clubes reuniram 132.870 pessoas na decisão da Copa da Escócia.

Atualmente:

Embora tenha levado mais tempo do que Stein imaginava, o clássico de Glasgow sem dúvida ficou mais ameno nos últimos anos. Em 2008 foi possível até testemunhar uma inédita e comovente demonstração de união. Walter Smith e Ally McCoist, respectivamente técnico e assistente técnico do Rangers, ajudaram a carregar o caixão de Tommy Burns, ídolo do Celtic e da seleção escocesa e amigo pessoal de ambos.

Mesmo que os ânimos estejam mais calmos, poucos jogos de futebol são capazes de igualar a paixão e a emoção que serão vistas no Celtic Park quando os velhos rivais se enfrentarem no próximo domingo. Como já era de se esperar, o interesse é alto neste que será o 382° clássico de Glasgow. Mas o fato de valer a liderança do Campeonato Escocês o torna ainda mais interessante. O Celtic busca o quarto título consecutivo e tem apenas dois pontos de vantagem sobre o Rangers. A vitória do alviverde sem dúvida representará um passo enorme rumo ao título. Mesmo assim, se os 121 anos de Old Firm ensinam alguma coisa, devemos esperar o inesperado.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Campeonato Espanhol 05/06: Real Madrid vs Barcelona

O dia 19/11/05 poderia ser mais um dia qualquer, mais um sábado qualquer, caso não houvesse um Real Madrid vs Barcelona, naquela noite Madrid aplaudiu de pé a atuação do melhor jogador do mundo na época, Ronaldinho Gaúcho.

O clima do jogo era meio que festivo para os madrilistas, pois Ronaldo estava voltando a atuar no gramado desde uma contusão no tornozelo que o tinha tirado por mais de um mês dos gramados. O técnico do Real na época, Vanderlei Luxemburgo estava pressionado a vencer, pois havia prometido o título a torcida no início da temporada.
Ronaldinho em atuação naquele jogo legendário

Melhor na partida desde o início o Barça dominava as ações, Ronaldinho estava muito bem na partida, o que ocasionou um belo lançamento não aproveitado por Samuel Eto'o. Entretanto aos 15min de partida o camaronês não disperdiçou a chance logo depois de uma bela jogada do argentino Messi (Na época um mero coadjuvante), ele completou na canto esquerdo de Casillias.

Messi, destaque do time catalão no Espanhol, demonstrou não se importar com a pressão e foi um dos melhores em campo em seu primeiro clássico frente ao Real Madrid, no estádio Santiago Bernabeu. Ao contrário do "hermano", Robinho mais uma vez não foi bem. O ex-santista saiu de campo com um cartão amarelo e poucas chances no ataque.

Após o gol do time visitante, a partida se tornara apática. Com Ronaldo e Robinho longe de suas melhores atuações, nenhum dos dois clubes criou criava chances de gol.

No segundo tempo, o Real Madrid voltou a campo sem nenhuma modificação. O time comandado pelo técnico Vanderlei Luxemburgo se manteve apático e continuou sendo facilmente dominado pela equipe catalã. Aos 11min, Messi recebeu na direita, invadiu a área, mas chutou em cima do goleiro madrileno, em mais uma chance perdida.

O domínio do Barcelona se transformou em gol novamente aos 14min, em jogada de Ronaldinho, que dominou a bola no meio-campo, passou por dois defensores do Real, que havia acabado de perder Raul, contundido, e tocou sem chances para o goleiro madrileno: 2 a 0.

Depois do gol, Luxemburgo tentou dar mais qualidade ofensiva à sua equipe com a entrada do também brasileiro Júlio Baptista. A entrada do jogador da seleção comandada na época por Carlos Alberto Parreira não resolveu os problemas de seu time, que ainda viu Ronaldinho marcar mais um.

Aos 32min, o meia partiu para cima do zagueiro Sergio Ramos e tocou na saída do goleiro Casillas. O gol que decretou a vitória catalã foi o quarto em quatro partidas do ex-gremista contra o rival da capital espanhola.

Veja os gols desse jogo nesse fantástico vídeo:

terça-feira, 2 de agosto de 2011

As 10 maiores rivalidades do futebol - Parte 1

Rivalidade e futebol sempre existiram juntos. E não poderia ser de outra forma, quando o assunto é a paixão por determinado clube e a vontade de vencer. Mas, em alguns casos, a disputa ultrapassa as linhas do gramado e torna-se perigosa. Nessa lista vamos mostrar as 10 maiores rivalidades do futebol, que vai desde a simples vontade de vencer até disputas religiosas.

10. Milan vs. Inter de Milão

No início, existia apenas o Milan. Até que a diretoria começou a discordar em diversos pontos e se dividiu. Aqueles que queriam abrir espaço para a entrada de jogadores estrangeiros decidiram criar outro clube: a Inter de Milão. A principal meta do novo time passou a ser, então, montar uma equipe competitiva para derrotar aquele que viria a ser seu maior rival na Itália. Inter ganhou o estigma de “time dos ricos”, enquanto o Milan ficou conhecido como o “clube dos pobres”.


9. Estrela Vermelha vs. Partizan Belgrado

No ano passado, o brasileiro Cléo, que já jogou pelo Atlético-PR e agora atua no futebol sérvio, trocou o Estrela Vermelha pelo rival Partizan. Foi o primeiro jogador a arriscar tal feito nos últimos 20 anos. O resultado? Recebeu ameaças de morte e teve de mudar a rotina de sua família. Esse é apenas um dos muitos fatos que ilustram a grande rivalidade do maior clássico da Sérvia. Ambos os times foram fundados em meados em 1945, no pós-guerra. Estrela Vermelha começou com um grupo de universitários que eram combatentes e defensores da velha união. Já o Partizan nasceu e se desenvolveu como o clube do exército.


8. Olympiakos vs. Panathinaikos

O futebol grego tem três grandes times: AEK, Olympiakos e Panathinaikos. Mas a maior rivalidade do país fica reservada aos dois últimos. O Panathinaikos é o time da capital, Atenas. Criado por banqueiros e comerciantes ingleses, acabou definido como o time da elite. Bem perto dali, na cidade de Pireu, o Olympiakos acabou abraçando os operários.


7. Peñarol vs. Nacional

Nacional e Peñarol brigam para definir qual time foi fundado primeiro – mesmo sabendo que o Albion é o mais antigo do Uruguai. A diretoria do Peñarol diz que o clube já existia antes da fundação do seu maior rival, mas com outro nome: CURCC (Central Uruguayan Railway Cricket Club). O Nacional, por sua vez, garante que se tratam de dois times distintos e, portanto, foi ele o primeiro a ser criado. Considerado um dos maiores clássicos da América do Sul, os dois clubes somam oito títulos em Libertadores e quatro Mundiais. Em 2000, um jogo chegou a ser encerrado após briga generalizada em que nove jogadores foram presos.


6. Barcelona vs. Real Madrid

O embate entre Barcelona e Real Madrid é, principalmente, geográfico. Representantes de Catalunha e Castela, respectivamente, os times viram a rivalidade aumentar na época da ditadura espanhola. Aos poucos, a língua catalã virou símbolo daqueles que eram contra a ditadura e que apoiavam o Barcelona. De lado oposto, o Real Madrid era o time ligado aos poderosos do governo.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

10 Lições para entender o Barça

Por: Sérgio Xavier Filho
Retirado da Revista Placar de Julho de 2011


1- QUANDO COMEÇOU ESSE TIME?.

Em 1988, momento em que a equipe era saco de pancadas.

Johan Cruijff, ex-ídolo do clube, assumiu o time com carta branca. E resolveu ressuscitar a Holanda total de 1974 dentro de um clube. O conceito básico era posse de bola. Todos marcam, todos atacam e grandes jogadores não podem atrapalhar o conjunto da equipe. A escola barcelonesa nasceu assim. A primeira geração teve Laudrup e Stoichkov. Depois vieram Romário e o próprio Guardiola. O título da Copa dos Campeões de 1992 foi a confirmação de que o caminho era esse. E para sempre. De lá pra cá, treinadores tentam manter esse espírito. Nem todos conseguiram.
 
2- GUARDIOLA É ESSE GÊNIO TODO?
 
 
Quando foi convocado para assumir o Barça já estava em queda.

O convite, feito pelo dirigente Juan Laporta, era um risco total. Guardiola nunca tinha dirigido um time profissional, mas tinha a biografia a seu favor. Catalão, nasceu no Camp Nou, conhecia os tufos do gramado. E era topetudo. Antes de aceitar, provocou: "No tenrdás cojones de ponerme". O Barcelona teve...

3- O BARCELONA TINHA LARANJAS PODRES?

Sim, pelo menos umas quatro de bom tamanho.
 
Ibrahimovic, Eto'o, Ronaldinho Gaúcho e Deco travavam o time. Guardiola nunca questionou o futebol do sueco Ibrahimovic. No primeiro jejum de gols, soltava nas internas um "ninguém passa pra mim". Isso pegava mal. Um desse que não soltavam a bola era Messi... O problema do camaronês era de mesma natureza: Samuel "Ego'o". O atacante fazia os gols, mas queria brilhar sozinho. Não deixava Messi crescer. Entre um e outro, Guardiola optou pelo argentino.
 
4- O TIME ERA BALADEIRO?

Não exatamente.
 
Barcelona é uma cidade noturna e muitos jogadores aproveitavam essas oportunidades todas. Dois passaram do ponto. Ronaldinho Gaúcho e Deco começaram a influenciar o mais jovens também, incluindo aí o argentino Messi. Guardiola percebeu que era preciso tomar uma providência. Em um treino, Ronaldinho e Deco chegaram após uma balada vigorosa. Se queixaram de dores musculares, foram fazer massagem. Ficou famosa no grupo de jogadores a história de Ronaldinho dormindo na maca. O Barcelona cortou o mal pela raíz e ejetou a dupla brasileira.
 
5- QUEM É A CARA DO BARÇA?

Guardiola, Xavi, Puyol e Iniesta.

O treinador Guardiola tem 40 anos, é jovem como seus comandados. Puyol é p líder emocional. Xavi é o técnico dentro de campo (e fora também). Inesta fala pouco e fala bem. Eles são torcedores do clube. Fanáticos. Isso faz toda a diferença. O quarteto não tem apenas os interesses pessoais e profissionais, se preocupa com o futuro do clube nos próximos quatro ou cinco anos. Além disso, são ídolos que não se distanciam da sua Barcelona. Todos seguem frequentando seus lugares, vários deles muito simples. Esses catalães conquistaram o mundo duas vezes em menos de um ano. Primeiro com o uniforme oficial da Espanha, e agora com a camisa azul-grená da verdadeira seleção nacional da Catalunha.
 
6- AINDA HÁ PEIXES FORA D'ÁGUA NO GRUPO?

Sim, o artilheiro David Villa, que chegou em 2010, segue tentando entender o Barcelona.
 

Segundo Xavi, ele agora está "aprendendo a jogar futebol". Não entendeu a diferença entre atuar no Valência e no Barcelona. No primeiro, eram dez jogadores brigando pela bola e tocando-a para Villa correr atrás. Difícil de jogar, fácil de entender. No Barça, o contrário. É duro de entender a mecânica do time, mas fácil de jogar, porque a bola chega limpa. A dificuldade é a ocupação de espaços e os deslocamentos. O atacante não pode ficar à frente da linha da bola quando a posse é do adversário. Isso sobrecarrega o meio-campo. No Barça, a ideia não é correr 40 metros de vez em quando, mas correr 10 metros sempre, fechando espaços. Trabalho de formiguinha.
 
7- MESSI É ÍDOLO DOS SEUS COMPANHEIROS?

Não era.

Os jogadores admiravam a habilidade do argentino formado nas canteras do Barcelona, mas questionavam sua eficiência para o time. Isso mudou. O fundamental é que Messi "entendeu" o jogo. Quando percebe que errou em suas primeiras três arrancadas, toca de lado até recuperar a confiança mais tarde. No segundo jogo da semifinal da Liga dos Campeões, o Real vinha botando o Barça na roda no primeiro tempo. Em duas oportunidades, Messi perdeu a bola e não deu combate. Na terceira, como se estivesse falando com um estagiário, Xavi deu um berro com o argentino: "Vamos começar a cercar?" A bronca surtiu efeito.
 
8- MESSI É UM FOMINHA?
 
De certa forma, sim.


O argentino fala pouco, quase nada. Na verdade, ele tem dois interlocutores: Milito e Mascherano. Não que os compatriotas coadjuvantes procurem a estrela. É o contrário. Messi é que vai atrás dos dois. O craque é viciado em futebol. Guardiola não consegue poupá-lo. Sacar Messi do time significa tirar o brinquedo da criança, ele desconcentra. Nessas partidas vadias do fim do Campeonato Espanhol, quando tudo o que interessava era a Liga dos Campeões, Messi entrava jogando com a combinação de sair no início do segundo tempo. Guardiola o chamava. Messi dizia: "Estou bem mister, só mais um pouquinho". O técnico deixava. Apenas em dois jogos do Espanhol é que os médicos exigiram sua saída. "Certeza que ele vai estourar". Logo após o fim da Copa do Mundo, o time estava todo de folga. E a equipe reserva tomou de 3x1 do Sevilla na primeira final da Supercopa da Espanha. Messi, Iniesta e Xavi imploraram para jogar a segunda partida. Barça 4x0 e campeão.

9- ATÉ QUE PONTO CONSCIÊNCIA TÁTICA GANHA TROFÉU?

O Barcelona não é diferente só pelo talento.

A semifinal da Champions começou com um Real inflado pela conquista da Copa do Rei. Guardiola não queria deixar o adversário crescer. A chave era segurar Daniel Alves. O combinado é que ele não passasse do meio-campo no início. "Dani, pelo amor de Deus, não vai", dizia Iniesta no jogo. Deu certo. Como Mourinho tinha encarregado Di María de grudar em Daniel, o argentino ficou à frente da linha da bola e deixou o meio despovoado. Ali o Barça mandou na partida.
 
10- NÃO BATEU UM MEDO DE REPETIR 2010 E PERDER DE NOVO UMA LIGA DOS CAMPEÕES COM O MELHOR TIME?
 
Se bateu, todos disfarçaram muito bem.
 
A preleção de Guardiola em Londres foi quase sonolenta. Não havia muito mais a dizer. "Não se esqueçam de como vocês chegaram até aqui. Não mudem nada. É o nosso jogo, toquem a bola". Todos prestaram atenção, menos um, que olhava para o lado. O massagista, Juanjo Brau, que conhece Messi desde o tempo das divisões de base, tranquilizou os jogadores do Barça que se preocuparam com o desligamento do argentino. "Relaxem, ele está ligadíssimo". Juanjo se preocupou quando Cristiano Ronaldo virou o artilheiro na reta final do campeonato com quatro gols em dois jogos. E perguntou a Messi se aquilo o incomodava. O argentino respondeu: "O que vale mais? Quatro gols desses ou um em Londres?" Para todos, um sinal de maturidade do argentino.
Fique sempre atualizado! Cadastre-se e receba nossas novidades em seu e-mail.
Widget by MundoBlogger Instale este widget