José Santiago Cañizares Ruiz (Puertollano, 18 de dezembro de 1969) é um ex-jogador espanhol que atuou como goleiro.
Começou nas categorias de base do Real Madrid, e passou pelas equipes do Elche, Mérida e Celta de Vigo. Cañizaresmudou-se paraValenciaCFem 1998para substituir oaposentadoAndoniZubizarreta.Ele ajudouo clube avencer aTaça de Espanhae umaSupercopaem 1999, também à alcançar bons resultados na UEFAChampions League(2000e 2001) eganhando títulos daLaLigaem 2002 e 2004, acrescentando que aTaça UEFA eSupertaçaCAN 2004.Após aúltima campanha, elerenovou o seu contratopor maisdois anos.
Ótimo goleiro, que atuou no melhores anos do Valência
Em 16 demaio de 2008,Cañizaresconcordaram em rescindirseu contrato com oValenciae deixaro clube.Ele jogouseu último jogocom o ladodois dias depois,contra oAtléticoMadrid(3-1),e foi liberadono dia seguinte,pouco depoisde se aposentar,em quase39 anos,tendo aparecidoemexatamente 500jogos do campeonato-durante aexatamente duasdécadas.
O que ele fez pela seleção?
Cañizares serviu por 46 vezes à Espanha, a primeira em 17 de novembro, 1993. Zubizarreta foi expulso no décimo minuto de uma decisão das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 1994 (Espanha-Dinamarca, 1-0) e Cañizares fez sua estréia de modo espetacular, ajudando a seleção espanhola a se classificar para a Copa do Mundo.
No entanto, ele foi muitas vezes o goleiro de segunda escolha, e só jogou cinco partidas de importância: uma na Copa do Mundo de 1994 (como Zubi suspenso de um jogo), três na UEFA Euro 2000 e um na Copa do Mundo de 2006. Ele também era um membro do elenco da Euro 1996, da Copa do Mundo de 1998 e da Euro 2004 mas não jogou, impedido por Zubizarreta na década de 1990 e Iker Casillas, em 2004. Ele foi igualmente um jogador não utilizado na seleção de ouro vencendo em 1992 nos Jogos Olímpicos de Barcelona.
A ótima forma de Cañizares no Valência garantiu a ele como primeira escolha internacionais na Copa do Mundo de 2002, mas ele ficou de fora do torneio devido a um acidente com uma garrafa de loção pós-barba, o que resultou em um tendão cortado no pé.
Títulos: Real Madrid
La Liga: 1994-95 e 1996-97
UEFA Champions League: 1997-98
Supercopa de España: 1997
Valencia
La Liga: 2001-02 e 2003-04
Copa del Rey: 1998-99
Supercopa de España: 1999
UEFA Cup: 2003-04
UEFA Supercup: 2004
Prêmios Individuais:
Troféu Zamora: 1992-93, 2000–01, 2001–02 e 2003–04
Rui Manuel César Costa (Amadora, Lisboa, 29 de Março de 1972) é o atual diretor desportivo do Sport Lisboa e Benfica, tendo sido um jogador português que jogava como meio campo. Retirou-se em 2008.
O craque portugues em atuacao pelo Milan
Aos cinco anos de idade entrou para a equipa de infantis do Damaia Ginásio Clube. Quatro anos depois, com 9 anos de idade, tentou a sua sorte nos treinos de captação do Sport Lisboa e Benfica. Passados dez minutos de treino Eusébio, que estava a observar os futuros craques, ficou impressionado com as habilidades do jovem jogador. Durante oito anos aprimorou a qualidade e o estilo nas camadas jovens do Sport Lisboa e Benfica até 1990, onde esteve emprestado um ano ao Fafe. Regressou ao Benfica onde venceu uma Taça de Portugal 92/93 e um Campeonato de Portugal 93/94. A Fiorentina interessou-se e desembolsou 1,2 milhões de contos (cerca de 6 milhões de euros). A transferência serviu como um balão de oxigénio para as finanças do clube que na altura vivia grandes problemas financeiros.
Rui Costa jogou sete temporadas na Fiorentina onde venceu duas Taças de Itália e uma Supertaça. Apesar das dificuldades, conseguiu ser eleito algumas épocas o melhor nº10, tirando o lugar a jogadores de grande gabarito como Zidane, jogador da Juventus. Foi colega de Batistuta na Fiorentina e quando se falava da possível saída do argentino para outro clube este afirmou:" Para onde eu for o meu par vai comigo". Muitas foram as vezes em que se falou da sua saída, mas Rui Costa manteve-se até a entrada em falência do clube de Florença.
Concretizou-se depois então a transferência para o AC Milan, de novo sobre nova quantia milionária, cerca de 35 milhões de euros. Rui Costa jogou cinco temporadas no AC Milan onde no total conquistou 1 Taça de Itália, 1 Liga dos Campeões, 1 Supertaça de Itália, 1 Campeonato e 1 Supertaça Europeia.
Em 2004 fez o seu último jogo pela selecção portuguesa, na final do Euro 2004, em Portugal, no Estádio da Luz frente à selecção da Grécia, onde os Helenos levaram a melhor. De salientar ainda que Rui Costa se sagrou campeão do mundo em 1991 na categoria de sub-21, vencendo na final o Brasil no desempate por pontapés da marca de grande penalidade. A final foi realizada no antigo Estádio da Luz e Rui Costa marcou o penalty vitorioso.
No dia 25 de Maio de 2006 foi apresentado como novo jogador do Sport Lisboa e Benfica. A transferência, desta vez, foi a custo zero e só foi possível porque Rui Costa e AC Milan rescindiram o acordo que os ligava por mais uma época. Rui Costa abdicou, com a vinda para o SL Benfica, de cerca de 700 mil euros ano.
Após o seu regresso, e depois de muitas lesões, a sua necessidade na equipa foi colocada em causa pelo milionário português Joe Berardo, sendo este último o autor de uma Oferta Pública de Aquisição sobre a SAD do Sport Lisboa e Benfica. Num jornal, o milionário insultou Rui Costa, dizendo também que ele já nada ajudava o Benfica como jogador. Joe Berardo acabou por se arrepender das suas declarações ja que o "maestro" acabou por mostrar em campo que era um caso raro de inteligencia, tecnica e habilidade e que as suas qualidades eram uma mais valia para o Benfica.
Foi principe em Florença e rei em Milão, Rui Costa terminou a sua carreira futebolística na temporada de 2007/2008 no Sport Lisboa e Benfica, participando no jogo contra o Vitória de Setúbal, no qual foi substituido aos 86 minutos para receber uma enorme ovação do público.
Em 14 de Maio de 2008 Rui Costa foi apresentado como diretor desportivo do Sport Lisboa e Benfica, deixando para trás uma carreira respeitável e iniciando um novo ciclo no clube.
Pavel Nedvěd (Cheb, 30 de agosto de 1972), é um ex-futebolista tcheco. Se destacou por causa de sua técnica, raça e muita movimentação em campo durante as partidas.
Pavel começou sua carreira no Dukla Praga aos 21 anos, ficou um ano no clube e logo foi para o Sparta Praga onde conseguiu destaque ganhando o Campeonato Tchecoslovaco de 1992-93, o Campeonato Tcheco de 1993-94 e 1994-95, e a Copa da República Tcheca de 1996 e também ficou conhecido na europa quando participou da UEFA Euro 1996, onde os tchecos perderam para a Alemanha na final do campeonato europeu. Mas o desempenho de Nedvěd não iria passar despercebido. Apesar de ter um acordo verbal com o PSV do Países Baixos, Pavel Nedvěd decidiu acertar sua transferência do Sparta Praga para Lazio da Itália em 1996.
Pela Lazio
Na Lazio, Nedvěd consquistou com a equipe a Copa da Itália 1997-98 e 1999-00, a Série A em 1999-00, a última Recopa Europeia da história realizada na temporada 1998-99, a final foi realizada contra o Real Mallorca, onde Nedvěd marcou o último gol do torneio na vitória de 2-1 da Lazio. Ele também ficou conhecido por ter levado três chapéus seguidos de Cafu no "derby" de Roma.
Pavel Nedvěd acertou sua trasnferência para a maior equipe da italia, a Juventus em 2001 onde ele conquistou a bola de ouro. Por uma quantia de €41 milhões,como um substituto de Zinédine Zidane, que tinha se transferido para o Real Madrid da Espanha no mesmo verão. Nedvěd provou que podia ser um dos melhores meio-campistas sendo capaz de fazer o mesmo papel de Zidane.
Nedvěd estava disponível na final da Liga dos Campeões 2002-03, mas ele foi forçado a ficar de fora da final devido à acumulação de cartões amarelos, a Juventus perderia o jogo contra o Milan na disputa de pênaltis. No final do ano, Nedvěd ganhou a Ballon d'Or pela revista France Football, o prêmio individual mais respeitado na europa. No mesmo ano ele perdera o prêmio de Melhor Jogador do Ano da FIFA inexplicavelmente para Zidane, inclusive ele não ficara nem entre os três, uma das maiores injustiças do futebol recente.
Pavel em atuação pela "Juve"
Após a temporada 2005-06 a Juventus caiu para a Serie B após o escândalo do Calciopoli,e então o futuro de Pavel Nedvěd, Alessandro Del Piero, Buffon, Trézéguet entre outros craques era posto em dúvida. Nedvěd, Alessandro Del Piero, Buffon, Trézéguet encerraram os rumores e ficaram no clube de Turim. No entanto, durante a temporada, foi um pouco tumultuada para o tcheco. Com apenas um ano de contrato assinado, ele disse que poderia se aposentar do futebol completamente no final da temporada. Ele repetiu esta ameaça após uma proibição de 5 jogos decorrentes de um cartão vermelho em 1 de dezembro. Nedvěd ficou, e a Juventus ganhou o título da Serie B e conseguiu voltar para Serie A.
Durante a temporada de 2007-08, Nedvěd jogou com frequência para os "bianconeri", dando contribuições jogando na meia-esquerda. No entanto, ele não foi isento de controvérsias. Nedvěd teve o destaque negativo de lesionar o jogador da Internazionale ,o meio-campista Luís Figo, que resultou em uma cirurgia na perna do jogador português. Nedvěd fazia uma boa temporada pela Juventus, mas só marcou duas vezes. Durante a disputa da Serie A ,Nedvěd teve uma pequena lesão, deixando-o de fora por cerca de um mês. Ele foi especulado em um clube japonês, o Júbilo Iwata, durante a janela de transferência do verão da temporada 2008-09, mas os rumores foram rapidamente esquecidos quando Pavel assinou uma extensão de contrato de um ano que expirarou em junho de 2009.
Nedvěd marcou o primeiro gol na Serie A 2008-09 em um empate de 1-1 contra a Fiorentina. Ele também marcou por duas vezes contra o Bologna na vitória de 2-1 da Juventus. Em 26 de fevereiro de 2009, Nedvěd anunciou que ele seria aposentar no final da temporada de 2008–09.
No último jogo da carreira disputado em Turim contra a Lazio, Nedvěd teve atuação mais do que regular, dando assistência para o segundo gol de Del Piero, finalizando muito ao gol e acertando inclusive a trave e dando muito trabalho ao goleiro adversário.
Pavel Nedvěd foi ovacionado pela torcida "bianconeri" ao ser substituído perto do final da partida, a torcida inclusive levou uma faixa escrito "Grazie Pavel".
Gabriel Omar Batistuta (Reconquista, 1 de Fevereiro de 1969), apareceu já muito tarde no futebol, pois só aos dezessete anos deixou o basquetebol para dedicar-se à modalidade onde fez carreira como goleador, inspirado pela Copa do Mundo de 1986, vencida pela Argentina. Ele debutou no Newell's Old Boys, em 1988; o técnico Marcelo Bielsa o integrou no time para substituir Abel Balbo, recém-vendido ao River Plate, após o Ñuls ter conseguido faturar o campeonato argentino de 1987/88. O início promissor, porém, não teve continuidade. O River chegou às semifinais da Libertadores de 1990 (caindo apenas nos pênaltis) e faturou o campeonato argentino de 1989/90, mas sem contribuição efetiva do jovem: ele não teria espaço com o técnico Daniel Passarella e ficaria apenas aquela temporada em Núñez. Trocaria o clube pelo arquirrival Boca Juniors.
Em grande e invicta campanha, com treze vitórias e seis empates, 32 gols (vinte dos quais marcados pela dupla Batistuta e Diego Latorre) e favor e apenas seis contra, o Boca faturou a segunda metade do campeonato da temporada 1990/91.
Após a Copa América, vencida pela Argentina com ele como artilheiro, foi transferido para o futebol italiano, contratado pela Fiorentina. Sua passagem efêmera e sem títulos oficiais não o impediria de ser considerado, todavia, como um dos maiores ídolos da história do Boca Juniors.
Depois de algumas dificuldades de adaptação, Batistuta impôs-se definitivamente na equipe Viola. Na primeira temporada, já marcou 13 vezes no defensivo futebol italiano. Na segunda, foram 16 em 27 jogos; contudo, a Fiorentina, mesmo apenas 16 pontos atrás do campeão Milan, acabou descendo de divisão. Apesar do rebaixamento, Batistuta manteve-se fiel à equipe e, com seus gols, ajudou o clube a retornar à Serie A na temporada seguinte. Regressou à divisão principal do campeonato italiano em 1994/1995 e, logo nessa temporada, foi o artilheiro da competição com 26 gols, quebrando um recorde de gols no campeonato. Outra marca que ele superou na Bota foi o de gols em jogos consecutivos, marcando 13 vezes em 11 partidas.
Apesar de já ser considerado um dos melhores atacantes do mundo e de ter muitas propostas de clubes de topo europeus, Batistuta optou por permanecer diversas temporadas na Fiorentina, clube mediano em nível europeu.
Além da Serie B de 1994 e de pequenos torneios amistosos, o único título de Batistuta pela Fiorentina foi a Copa da Itália de 1996, com ele marcando nos dois jogos da decisão contra a Atalanta. Em 2001, após dez anos como jogador da Fiorentina - tendo marcado 40% dos gols da equipe no período, foi vendido para a Roma, protagonizando a até então segunda mais cara transferência da história do futebol mundial.
Na capital italiana, foi jogar ao lado de grandes estrelas como Cafu, Vincenzo Montella, Marco Delvecchio e Francesco Totti. Logo no primeiro ano de clube, Batigol marcou 20 gols e a Roma foi campeã italiana, algo que já não acontecia desde a temporada 1982/1983, dos tempos de Falcão e Bruno Conti.
Os nerazzurri terminariam a temporada 2002/03 em segundo, mas Batigol não ficou até o final. Com seu desempenho atrapalhado por lesões, saiu ainda no decorrer das disputas, atraído pela vantajosa proposta financeira do futebol do Qatar, que naquele 2003 seduzira também a Romário. No pequeno país do Oriente Médio, em uma liga bem menos técnica, foi campeão e artilheiro pelo Al-Arabi Doha, onde encerrou em 2005 a carreira.
O que ele fez pela sua seleção?
Gabriel disputou 3 Copas do Mundo pela Seleção Argentina. Na Copa do EUA ele estreou com bastante gás, marcando três vezes nos 4 x 0 sobre a Grécia, na primeira rodada. A Argentina, que nos dois mundiais anteriores tinham em Maradona o craque solitário, encantavam com Batistuta, Maradona, Fernando Redondo, Claudio Caniggia e Ramón Medina Bello, vencendo de virada a Nigéria na segunda rodada. A mesma partida, porém, seria seguida pelo escândalo do doping de Maradona, expulso do torneio. Abalados, os argentinos perderam a última partida para a Bulgária e terminaram em terceiro no grupo, conseguindo a classificação justamente por serem um dos melhores terceiros colocados - sistema que vigorou apenas até aquela edição. Porém a eliminação viria frente a Romênia, que vencera a partida das oitavas de final por 3x2, levando Batistuta para casa mais cedo que o esperado.
Para ir para a Copa de 1998 Gabriel passou por apuros, mesmo sendo regular na Fiorentina os seus longos cabelos impediam a sua convocação para a seleção latina, o técnico Passarella achava inadequado os seus longos cabelos, juntamente com os cortes de Redondo e Caniggia. Para ir para o mundial ele aceitou aparar seus fios. Na França, marcou quatro gols na primeira fase, um contra o Japão e três na Jamaica.
Fez seu quinto gol na Copa nas oitavas-de-final, contra a rival Inglaterra, A classificação viria nos pênaltis, e daria lugar à frustração nas quartas: com o jogo contra os Países Baixos ainda empatado em 1 x 1, Passarella resolveu substitui-lo. A atitulde acabaria inoportuna; Batistuta, que era o artilheiro do mundial veria no banco os neerlandeses marcando o gol da vitória no final da partida.
Já veterano e vindo de uma temporada não tão boa na Roma, mas com prestígio intacto na Seleção, foi ao seu terceiro mundial em 2002. Começou bem na Copa da Coreia e Japão, marcando o solitário gol da vitória sobre a Nigéria, na primeira rodada. Os argentinos, que chegaram à Ásia como um dos grandes favoritos, porém, seriam prematuramente eliminados na primeira fase, após derrota para a Inglaterra e empate contra a Suécia - que ficaram com as vagas do grupo. Seria seu último jogo pela Argentina, da qual é o maior artilheiro em Copas (dez vezes) e no total de gols (56).
Preud'homme chegou ao Standard de Liège com apenas 10 anos e lá fez toda a sua formação de jogador, chegando a equipe profissional na época de 1977-1978, ao serviço do Standard. Ele foi bicampeão belga (1981/1982 e 1982/1983). No ano de 1986, o goleiro transferiu-se para o KV Mechelen, clube onde viria a conquistar o seu grande título europeu: a Taça dos Clubes Vencedores de Taças naépoca de 1987/88 com a vitória por 1-0 contra o Ajax. Após a Copa de 1994, onde se destacou fazendo defesas importantes, e chegando a tentar marcar um gol para salvar o seu time da elimanação contra a Alemanha, Michel transferiu-se para Portugal, mais precisamente para o Benfica pela mão do presidente Manuel Damásio, foi o primeiro guarda-redes estrangeiro a defender as redes dos Encarnados. O certo é que Preud'homme não foi campeão pelo Benfica. O goleiro foi um jogador que marcou a história do clube sendo mesmo acarinhado pelos adeptos como Saint Michel pelas defesas impossíveis e pelas vitórias que segurou nas mãos, venceu a Taça de Portugal na época de 1995/1996.
Preud'homme retirou-se do futebol em 1999, com 40 anos de idade, numa partida amigável contra o Bayern de Munique onde foi substituído por Carlos Bossio. Os 80.000 torcedores que enchiam o Estádio da Luz alhearam-se do jogo que prosseguia para aplaudir de pé e aclamar Preud'homme, enquanto ele deu uma volta gloriosa ao estádio com a sua mulher e filhos. Era o fim de sua vitoriosa carreira.
O que ele fez pela sua seleção?
Pela Seleção da Bélgica, Preud'homme contabilizou 58 partidas, entre 1979 e 1995, estreando num empate contra a República Democrática Alemã em Abril de 1978, mas não esteve presente no Campeonato Europeu de Futebol de 1984 e na Copa do Mundo FIFA de 1986 devido a problemas que o deixaram fora das convocações. O ponto alto da sua carreira internacional pela seleção foi a Copa de 1994 onde após fazer uma boa fase de grupos, Preud'homme (que chegou a deixar sua grande área para tentar marcar um gol) e seus companheiros de time foram eliminados nos 1/8 de final pela poderosa Alemanha. Apesar disso, ele conquistou o Troféu Lev Yashin de melhor guarda-redes.
Prêmios e Títulos
* Campeonato Belga de Futebol - 1981/82 e 1982/83 (Standard Liège) e 1988/89 (YRKV Mechelen)
* Taça da Bélgica - 1981 (Standard Liège)
* Supertaças da Bélgica - 1981 e 1983 (Standard Liège)
* Vice-Campeão Taça dos Clubes Vencedores de Taças - 1981/82 (Standard Liège)
* Taça dos Clubes Vencedores de Taças - 1987/88 (YRKV Mechelen)
* Supertaça Europeia - 1987/88 (YRKV Mechelen)
* Taça de Portugal - 1995/96 (S.L.Benfica)
* Guarda redes belga do ano, 1988, 1989, 1990, 1991 e 1994 (YRKV Mechelen)
* Bota de Ouro da Bélgica, em 1987 e 1989
* Troféu Lev Yashin, enquanto melhor guarda redes do Campeonato Mundial de Futebol em 1994
Hagi desde cedo demonstrava talento com a bola, sendo levado com quinze anos ao Luceafărul Bucureşti, escola para pessoas de talento excepcional. Entretanto, as precárias condições do lugar fizeram com que ele voltasse às divisões de base do Farul Constanţa, onde começara. Um ano depois, já estava em um clube da capital, o Sportul Studenţesc.
No Sportul, sua liderança e a facilidade em chutar com força ou precisão logo lhe levou à Seleção Romena. Com isso, passou a ser assediado pelos dois principais clubes da capital e do país, o Steaua Bucareste e o Dínamo Bucareste, principalmente após levar o Sportul a um vice-campeonato romeno na temporada 1985/86, em que foi artilheiro - já havia sido também na anterior. Hagi optou pelo Steaua, que havia acabado de levar a Copa dos Campeões da UEFA pela primeira vez à Romênia e ao Leste Europeu.
Hagi chegou ao clube do exército no início de 1987, a tempo de disputar em fevereiro Supercopa Europeia válida do ano anterior. Na ocasião, a Supercopa foi decidida contra o Dínamo Kiev, base do bom elenco da Seleção Soviética na época. Hagi logo mostrou ao que veio, marcando o único gol da partida. Em seu primeiro ano no time do exército, foi campeão romeno invicto, o que se repetiu nas duas temporadas seguintes. Poderia ter saído após a segunda, em 1988, quando recebeu oferta da Juventus, ansiosa por um substituto do recé-maposentado ídolo Michel Platini. A equipe italiana, em troca, financiaria a construção de um hospital. O negócio foi considerado "muito capitalista" e acabou negado.
Em 1990 atraiu olhares do Real Madrid.
Ficaria dois anos no Real, sem conseguir uma boa sequência de jogos. O clube merengue havia conquistado cinco títulos seguidos em La Liga e, com ele, acabou perdendo na última rodada, de forma frustrante: em uma boa partida, Hagi fez um gol e deu passe para outro em vitória parcial por 2 x 0 contra o Tenerife, mas a equipe das Canárias conseguiu virar a partida e o título acabou com o arquirrival Barcelona. Nos blancos, seu único título foi uma Supercopa da Espanha, ainda em 1990.
Em 1992, saiu pelas portas do fundo para a modesta equipe do Brescia, então na Serie B italiana, onde estavam seus compatriotas Florin Răducioiu e Mircea Lucescu (técnico). Com eles, o clube conseguiu o acesso à Serie A, mas acabou rebaixado logo na seguinte, a de 1993/94.
Após uma estupenda Copa do Mundo de 1994, retornou à Espanha, justamente no arquirrival de seu ex-clube. Entretano, também não conseguiu sucesso e títulos no Barcelona, não se encaixando no que o técnico Johan Cruijff queria dele: maior marcação defensiva. Assim como quando chegara ao Real, Hagi veio ao Barça com o time tendo emendado seguidas conquistas na Liga Espanhola, mas com os dois anos em que ele passou no time, ganhou apenas a Supercopa da Espanha no ano em que chegou.
Deixou o Barcelona em 1996 para jogar no então obscuro futebol turco, contratado pelo Galatasaray. Ali, voltou a saborear as conquistas em série que tivera no Steua e que lhe faltaram na Espanha: foram quatro campeonatos turcos seguidos entre 1997 e 2000, além do título mais importante de um clube do país: a Copa da UEFA em 2000, vencida nos pênaltis sobre o favorito Arsenal. Meses depois conquistou seu último troféu como jogador, a Supercopa Europeia. Novamente contra um favorito, nada menos que o Real Madrid.
O que fez pela sua seleção?
Hagi teria atuações redentoras na Copa do Mundo de 1994. Contra a favorita Colômbia, marcou um gol desferindo o chute a cinquenta metros de distância das metas de Óscar Córdoba. Nos EUA, demonstrou toda a sua liderança no elenco: cobrava as faltas, os escanteios e os pênaltis, sempre obedecido pelos colegas.
Também na primeira fase, marcou também na inesperada derrota de 1 x 4 para a Suíça, o único resultado vergonhoso; e nas oitavas-de-final, executou a Argentina, anotando o terceiro gol romeno na vitória por 3 x 2. Em um duelo equilibrado contra a Suécia, nas quartas, em um jogo cheio de alternâncias, esteve perto de saborear a vaga nas semifinais: os nórdicos fizeram 1 x 0 e os romenos empataram a dois minutos do final, virando a partida no primeiro tempo da prorrogação.
A cinco minutos do fim do tempo extra, os suecos empataram e a partida encaminhou-se para os pênaltis, onde eles foram os primeiros a perder uma cobrança. Hagi marcou na sua vez, mas o goleiro adversário Thomas Ravelli posteriormente defenderia as cobranças de Dan Petrescu e Miodrag Belodedici. Novamente, Hagi via sua Romênia cair nos pênaltis. Ainda assim, foi uma das revelações do mundial, sendo incluído na hipotética equipe que reuniu os melhores do torneio. Aos 35 anos, embalado com o título na Copa da UEFA com a zebra Galatasaray, despediu-se da Seleção após a Eurocopa 2000, onde novamente inspirou vitória sobre os ingleses. Nas quartas, a Romênia caiu ante a Itália.
Abrindo o placar para os Países Baixos na final da Copa de 74
Em clima de "luto" no Brasil, o JL vai fazer um post sobre um dos maiores ídolos do futebol Neerlandês; Johan Neeskens, que fora resposável junto com um "tal" de Johan Cruijff pela primeira derrota do Brasil para a Holanda em Copas do Mundo.
Jogador de grande capacidade física, tanto para o desarme quanto para o passe, começou no pequeno RCH como lateral-direito. Em 1970, chegou ao Ajax, uma equipe em forte ascensão sob Rinus Michels, que passaria a escalá-lo como meia, e Johan Cruijff. Veio no melhor momento: em sua primeira temporada, ganharia a Copa dos Países Baixos e, mais importante a primeira Copa dos Campeões da UEFA do clube. O mais importante torneio europeu de clubes seria conquistado seguidamente mais duas vezes. Outro título na Copa nacional viria em 1973, ano em que também conquistou seu segundo Campeonato Holandês (o outro fora no ano anterior).
Melhor clube da Europa, o Ajax jogava o que seria chamado de "futebol total", em que os jogadores promoviam um verdadeiro rodízio em campo, não possuindo posições fixas. Neeskens, homem de grande dedicação ao time, era a peça-chave do sistema, com todas as jogadas ofensivas saindo de seus pés. Justamente por isso era ele, e não seu colega Cruijff - sobre quem o estilo foi desenvolvido -, que era considerado pelo introdutor do sistema o técnico Rinus Michels, como "o pilar que sustentava o prédio". Com Cruijff, por sinal, desenvolveria grande parceria. No Ajax, na Seleção e no Barcelona, Neeskens seria "Johan II", e Cruijff, "Johan I".
O sucesso do totalvoetbal levou Michels ao Barcelona após a conquista europeia de 1971. Após uma esplêndida Copa do Mundo de 1974 sob o comando do mesmo treinador, Neeskens juntou-se no Barça a ele e a Cruijff (que pediram que a segunda vaga de estrangeiro fosse preenchida por ele), que já estava no clube desde a temporada anterior.
Neeskens demoraria a conquistar um título ali: o primeiro viria apenas em 1978, uma Copa do Rei. Com este troféu, os blaugranas credenciaram-se para disputar a Recopa Europeia seguinte, segundo torneio interclubes europeu em prestígio. A equipe catalã conquistou o torneio, em vitória de 4 x 3 sobre o Fortuna Düsseldorf em que Neeskens, embora não tenha marcado, saiu como um dos heróis.
Após a conquista, desentendimentos com a direção encerraram seu contrato, revoltando a torcida. Neeskens foi jogar no Cosmos, clube já mundialmente famoso desde que contratara Pelé em 1975, seguindo o caminho de Cruijff, que desde o ano anterior já estava nos Estados Unidos.
O que fez pela sua seleção?
Estreou pela Oranje em 1970, já após o país não ter se classificado para a Copa do Mundo daquele ano. Tudo seria diferente quatro anos depois: classificados para o torneio pela primeira vez desde 1938, os neerlandeses seriam comandados no mundial pelo mesmo Rinus Michels que revolucionara o Ajax. No mundial de 1974, o "Futebol Total" virou o "Carrossel Holandês".
Os Países Baixos eram um time de rivalides internas (os jogadores do Ajax não costumavam falar com os do Feyenoord) e um tanto mercenário, concentrando-se durante a Copa mais na questão financeira do que na tática; ele foi um dos poucos a não reclamar do prêmio já alto de 25 mil florins pela classificação à final, mas declarou que seu objetivo no torneio era, em suas palavras, "valorizar minha cotação no mercado futebolístico internacional".
Ainda assim, a campanha até a final fora irrepreensível, com ele marcando quatro vezes até a decisão: duas contra a Bulgária, na primeira fase; uma contra a Alemanha Oriental e outro na vitória sobre o Brasil, em que foi caçado em campo, levando pontapés de Marinho Chagas e Luís Pereira (que terminou expulso). Finalmente, na decisão, tudo parecia caminhar bem: marcou seu quinto gol, de pênalti, aos dois minutos da partida, que era contra a anfitriã Alemanha Ocidental. Entretanto, a Oranje não teve o mesmo futebol avassalador e os adversários acabariam ganhando de virada.
Após um terceiro lugar na Eurocopa 1976, os neerlandeses chegaram com boas credenciais para a Copa do Mundo de 1978. Sem Cruijff, Neeskens dessa vez dividiu a liderança do grupo com Rob Rensenbrink. Continou como uma das peças-chave do elenco, mas dessa vez não marcou no torneio. Novo vice-campeonato perante os anfitriões, agora a Argentina, viria. Foi o último torneio de Neeskens - ausente da Eurocopa 1980, fez seu último jogo pela Laranja em 1981, nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 1982, para a qual o país não se classificou.
Lineker começou a carreira no Leicester City, clube de sua cidade-natal, realizando sua estreia profissional pelos Foxes em 1979. O clube encontrava-se na segunda divisão e, aos poucos, Lineker foi assumindo a condição de líder do time, que conseguiu o acesso. Os anos seguintes foram de lapidação. Até que, na temporada 1984/85, terminaria como artilheiro do campeonato inglês, com 24 gols, e chegaria à Seleção Inglesa.
Seu brilho naquela temporada chamou a atenção de uma equipe maior, o Everton, que o contratou imediatamente, por 800 libras esterlinas. Sem seu principal jogador, o Leicester voltaria à segunda divisão duas temporadas depois.
O Everton era o então campeão nacional e o único time que conseguia bater de frente com o Liverpool, por sinal seu arquirrival, naquela época. Mesmo campeão inglês, os Toffees não puderam participar da Copa dos Campeões da UEFA em razão do próprio Liverpool: na temporada 1984/85, este decidiu o torneio com a Juventus, e hooligans torcedores dos Reds provocaram a morte de trinta e nove torcedores do adversário, no que ficou conhecida como tragédia de Heysel, o estádio onde realizou-se a partida. A punição estendeu-se a todos os clubes ingleses, proibidos de participar de competições europeias oficias pelos cinco anos seguintes.
No clube azul de Liverpool, começou a temporada ganhando a Supercopa da Inglaterra contra o Manchester United. Lineker manteve a veia goleadora posteriormente e sagrou-se novamente artilheiro do campeonato, agora com trinta gols, e garantindo sua presença na Copa do Mundo de 1986. O Everton, porém, ficou aquela temporada com dois vice-campeonatos. Para piorar, o campeão foi justamente o Liverpool, no campeonato inglês, por dois pontos, e na Copa da Inglaterra; na Copa, ele chegou a inaugurar o placar no primeiro tempo, mas os rivais, que já haviam faturado o título inglês, viraram para 3 x 1 na segunda etapa. Seria a única temporada de Lineker em Goodison Park: após sua exuberante Copa do Mundo, foi contratado pelo Barcelona.
O treinador do Barça na época era seu compatriota Terry Venables, e Lineker chegou com outro britânico, o galês Mark Hughes. O Barça já contava com outro, o escocês Steve Archibald. Lineker não tardou para se destacar: na estreia, fez dois gols contra o Racing Santander. Na primeira temporada, a de 1986/87, marcou os três gols na vitória por 3 x 2 no clássico contra o Real Madrid. Ele marcou ainda outros dezesseis gols ao longo do campeonato espanhol, terminando como vice-artilheiro. Porém, foi o arquirrival quem terminou campeão, por três pontos. Em melhor momento, o Real venceria a liga novamente nos outros dois anos em que Lineker ficaria no Camp Nou.
Ainda assim, foi nos blaugranas que ele faturou seus dois primeiros títulos de expressão: a Copa do Rei em 1988 e a Recopa Europeia em 1989. Porém, Lineker acabou deixando o clube após a Recopa, aborrecido com o técnico Johan Cruijff. Cruijff insistia em escalá-lo no meio-de-campo, onde o inglês não rendia tão bem, e aos poucos ele saiu do time titular. Lineker, mesmo saindo pela porta dos fundos, não guarda mágoas da equipe. Declarou uma vez que "adorava a pressão de jogar pelo Barcelona na frente de 120 000 pessoas a cada duas semanas. Alguns jogadores não gostam disso, mas eu adorava a sensação dos grandes jogos".
Lineker voltou então à Inglaterra, agora como jogador do Tottenham Hotspur. E logo em seu retorno, alcançou pela terceira vez a artilharia do campeonato inglês, com 24 tentos. No ataque dos Spurs formou grande dupla com Paul Gascoigne, transportada também para a Seleção Inglesa.
Depois da temporada seguinte, a de 1991/92, deixou White Hart Lane e o futebol inglês, despedindo-se também da seleção após a Eurocopa 1992. Lineker foi jogar no nascente futebol profissional japonês. Ali, atuou por dois anos no Nagoya Grampus Eight até aposentar-se dos gramados em 1994. Desde então, exerce a função de comentarista esportivo da BBC.
Lineker é um dos mais celebrados futebolistas ingleses. Ficou conhecido não só pela habilidade e faro de gol, como também por seu cavalheirismo em campo. Discreto dentro e fora de campo, tornou-se um símbolo de fair-play, uma vez que em toda a sua carreira jamais recebeu cartão vermelho, nem mesmo amarelo.
O que fez pela sua seleção?
Lineker recebeu a primeira oportunidade de atuar pela Inglaterra ainda no Leicester City, em 1984. A boa fase - e a artilharia - por qual passava no clube de sua cidade foi mantida quando esteve no Everton, na temporada 1985/86, e foi naturalmente incluído entre os convocados para a Copa do Mundo de 1986.
Em 1986 Lineker participou da Copa com um time Inglês iniciando muito mal após uma derrota para Portugal e um empate com o Marrocos o English Team foi para o jogo com a Polônia precisando de uma vitória, Gary marcou três gols para a Seleção e classificou-a para as oitavas de final. Nas oitavas-de-final, marcou outras duas vezes nos 3 x 1, desta vez sobre o Paraguai, em um jogo duro: os paraguaios não se furtaram em recorrer a golpes de caratê para derrubar Lineker.
Nas quartas-de-final, a Inglaterra enfrentou outro adversário sul-americano, a Argentina. Era a primeira vez que os dois se encontravam em campo, depois de terem se enfrentado na Guerra das Malvinas, ocasionando um clima tenso criado pela imprensa dos dois países.O próprio exército mexicano teve de comparecer por volta do Estádio Azteca: tanques patrulhavam as ruas e, dentro do estádio, havia grande número de militares em meio aos torcedores. O segundo tempo começou sem que nenhuma das equipes tivesse marcado, até Diego Maradona anotar seu célebre gol de mão, aos cinco minutos, validado a despeito dos protestos dos jogadores ingleses. Em espaço de alguns minutos, Maradona marcou outro gol igualmente mítico, driblando meio time inglês antes de colocar a bola nas redes.
A dez minutos do fim da partida, Lineker escorou de cabeça para as redes de Nery Pumpido um cruzamento de John Barnes. A três minutos do final, a jogada se repetiu: Barnes cruzou, Lineker saltou, mas quem entrou nas redes foi ele, e não a bola. Lineker não conseguira alcançá-la e a Argentina venceu, mandando a Inglaterra de volta para casa.
Na Copa de 1990 a Inglaterra fora muito mais longe do qualquer outra(com excessão a de 1966) Copa, chegando à uma Semi-final, após passar por Camarões (sensação da época) de Roger Milla.
Em 1992 Gary encerrara sua participação na Seleção inglesa de futebol.
Títulos e Prêmios
* Recopa Europeia: 1989, com o Barcelona * Copa do Rei: 1988, com o Barcelona * Copa da Inglaterra: 1991, com o Tottenham Hotspur * Supercopa da Inglaterra: 1985, com o Everton * Segunda Divisão Inglesa: 1980, com o Leicester City * Artilharia da Copa do Mundo de 1986 * Artilharia do Campeonato Inglês de Futebol: 1985, 1986 e 1990
George Weah nasceu na Libéria, onde começou jogando no Young Survivors Clareton. Depois de passar por outros clubes africanos, foi para o Tonnerre Yaoundé, dos Camarões, onde recebeu o apelido de Oppong ("Super"). Rapaz pobre nascido em um país de terceiro mundo, Weah não esquece as suas origens. Afirma que seu sonho é tornar-se presidente da Libéria e ajudar as vítimas da guerra civil por meio da Fundação George Weah.
Depois de dois títulos nacionais com o Tonnerre Yaoundé, foi negociado com o AS Monaco, de França, seu primeiro clube europeu, pelo qual conquistou uma Coupe de France, na temporada 1990/91.
Em 1992, transferiu-se para o Paris Saint-Germain. Conquistou o título da Ligue 1 e mais duas Coupe de France, até que, em 1995, foi para o AC Milan.
Quando o holandês Marco Van Basten abandonou os gramados, o AC Milan perdeu um atacante extraordinário. Alguns anos passaram-se até que outro atacante fosse capaz de entusiasmar os torcedores milanistas. No entanto, quando George Weah chegou ao rossonero italiano, em 1995, a saudade que os fãs tinham por Van Basten foi diminuindo. E não era para menos.
Na Itália, viveu a sua melhor fase: no mesmo ano foi eleito Melhor Jogador da África no ano, ganhou a Ballon d'Or da Europa e foi eleito, pela FIFA, o Melhor Jogador do Mundo, na edição de 1995 do prêmio.
Weah foi o grande maestro do Milan na conquista do scudetto da temporada 1995/96. Seus gols inesquecíveis tinham sempre uma marca: o domínio de bola perfeito, a arrancada em velocidade e o arremate fatal. Ainda conquistou a Série A em 1998/99.
Após se tornar um herói milanista, mudou-se para Inglaterra. Foi emprestado no Chelsea e, depois, vendido em definitivo ao Manchester City. Também teve uma rápida passagem de uma temporada pelo Olympique Marseille, em 2000/01.
Em 2002, atuando pelo Al-Jazira, dos Emirados Árabes Unidos, anunciou oficialmente a sua aposentadoria após disputar a Copa das Nações Africanas. Apesar de ter conquistado até um prêmio de Melhor jogador do mundo pela FIFA, Weah encerrou sua carreira sem nunca ter disputado uma Copa do Mundo por sua seleção.
O que fez pela sua seleção?
Weah é considerado pelos torcedores o melhor jogador da história da seleção da Libéria.
Em 1996, ele pagou todas as despesas para que a seleção nacional, junto a ele, disputasse a Copa das Nações Africanas daquele ano. Disputou várias edições deste torneio continental.
No início da temporada de 2001, assumiu a condição de técnico da seleção liberiana, ao mesmo tempo em que continuou como atacante do Olympique Marseille. Na sua estreia como treinador, a Libéria derrotou a seleção de Gana por 3-1, fora de casa, pelas eliminatórias africanas da Copa do Mundo 2002. Porém, sua seleção não conseguiu se classificar para a Copa.
Títulos e Prêmios
*Coupe de France: 1990/91
*Ligue 1: 1993/94
*Coupe de France: 1992/93 e 1994/95
*Coupe de la Ligue: 1994/95
*Série A: 1995/96 e 1998/99
*FA Cup: 1999/00
*Melhor jogador do mundo pela FIFA: 1995
*Futebolista Africano do Ano: 1989, 1994 (entregue pela France Football) e 1995 (entregue pela CAF)
*Ballon d'Or: 1995
*FIFA Fair Play: 1996
*Futebolistas do Século pela IFFHS
*Artilharia da UEFA Champions League: 1994/95 (7 gols)
Patrick Kluivert começou no AFC Ajax em 1994, mas foi em 1995 que ele começou a ganhar sua fama, ao fazer o único gol da vitória do Ajax sobre o Milan na decisão a Liga dos Campeões da UEFA de 1994/1995. É um atacante que pode jogar tanto de centroavante ou como um atacante que se movimenta mais no campo.
Em 1997, foi para o Milan, mas no clube milanês, não obteve sucesso e foi negociado com o FC Barcelona, se reencontrando com o técnico Louis Van Gaal, técnico que o lançou no Ajax. Ao lado de seus compatriotas Phillip Cocu, Michael Reiziger, Zenden, Ruud Hesp, Frank de Boer, Ronald de Boer e Winston Bogarde, além de craques como Rivaldo, Luis Figo, Guardiola, Luis Enrique, Abelardo e Xavi, o Barcelona conquistou o Campeonato Espanhol da Temporada 1998/1999. Kluivert marcou 15 gols em 35 jogos.
Jogou até a Temporada 2002/2003, onde formava a dupla de ataque com o atacante neerlandês Marc Overmars, mantendo uma boa média de gols, mas na Temporada 2003/2004, ele teve problemas pessoais e uma lesão no joelho que o afastou dos gramados por 3 meses,e obteve um rendimento muito baixo, e foi vendido ao Newcastle United FC, da Inglaterra. Para o seu lugar, foi contratado o camaronês Samuel Eto'o. No clube inglês,ele também não obteve sucesso, e foi negociado com o Valencia, aonde disputaria a Temporada 2005/2006. Porém, Kluivert reinscindiu seu contrato com o clube espanhol por sempre ficar no banco de reservas. Em 2006/2007 jogou no PSV Eindhoven. Estava jogando no Lille OSC até o final da temporada 2007/2008. Apos o término do contrato voltou para a Holanda e participou do curso de formação de treinador que federação holandesa oferece aos grandes jogadores da seleção laranja, hoje voltou a se encontrar com Louis Van Gaal dessa vez no AZ Alkmaar, e atuando como treinador de atacantes.
O que fez pela sua seleção?
Pela Seleção Holandesa, fez 79 partidas e 40 gols, sendo até hoje o maior artilheiro da Seleção Holandesa. Participou das Eurocopa de 1996, 2000 e 2004, e também da Copa do Mundo de 1998, aonde a Holanda, após ter empatado no tempo regulamentar com o Brasil por 1 a 1, com Kluivert fazendo a favor dos holandeses, perdeu nos pênaltis e também perderia a decisão o 3º lugar para a Croácia por 2 a 1.
Títulos e Prêmios
*2 Campeonato Neerlandês *2 Copa da Holanda *1 Campeonato Espanhol *2 Copa da Espanha *1 Liga dos Campeões da UEFA *1 Recopa Européia *1 Mundial Interclubes *Troféu Golden Boy ao melhor jogador jovem de 1995. *Troféu ao melhor jogador da final da Liga dos Campeões da Europa de 1995 *Citado por Pelé na lista FIFA 100, aonde estão os 100 melhores jogadores do planeta.
Jogos memoráveis
* Brasil 1 x 1 Holanda/Semi- Final da Copa do Mundo de 1998 * Holanda 3 x 2 França/1ª Fase do Campeonato Europeu de Futebol de 2000 * Holanda 6 x 1 Iugoslávia/ Quartas de Final do Campeonato Europeu de Futebol de 2000 * Ajax 1 x 0 Milan/ Final da Liga dos Campeões da UEFA de 1994-95 Entre outros...
Todos nós temos grandes paixões quando jovens, mulheres, músicas, esportes, entre outras tantas que existem. O futebol em especial é a paixão da maioria dos brasileiros, e os antigos jogadores são um marco da vida de quem os viu jogar. Esta categoria em geral tratará desses mesmos jogadores antigos que deixam saudades e que a mídia não se lembra, e que acaba se tornando esquecido, estarei aqui toda sexta-feira relembrando 1 destes incriveis jogadores que deixam saudades quando estão com a bola nos pés.