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domingo, 7 de agosto de 2011

Porque os times africanos são tão fortes nas competições de base?

Não é de hoje que é comum ver países africanos sendo campeões de competições de bases, sua presença é bastante comum, e sempre os seus jogadores se destacam nesse tipo de competições. Mas porque os times do continente africano se destacam tanto nesses torneio, e como se não bastar-se porque eles não mantém o mesmo nível nas seleções principais?

Dominic Adiyiah atuando por Gana Sub-20
Principalmente nos mundiais Sub-17 os times africanos são muito superiores, além de terem um físico muito mais desenvolvido, o que permite aos seus jogadores uma maior resistência no decorrer do jogo e da competição, além de um vantagem no jogo corpo a corpo que junto a qualidade técnica completa um ótimo profissional, os jogadores ainda podem ser colocados nos chamados "gatos", ou seja eles possuem idades maior que o permitido, não por tentativa de burlar as regras, mas pela simples razão que no local onde nasceram não possuia nenhum cartório ou coisa do tipo, o que leva as pessoas desistirem e só depois registrarem seus filhos, muitas vezes com a idade errada, é uma realidade dos países do continente africano, esses "gatos" favorecem novamente o físico de forma citada anteriormente.

As seleções de base africana também, permite um maior entrosamento entre os seus integrantes, por não possuírem muitas opções, esse entrosamento melhora a qualidade da equipe e a qualifica para disputar com os fortes europeus e latinos.

Coulibaly, atacante da Costa do Marfim Sub-17
O maior exemplo dessa superioridade física é sem dúvida nenhuma a Nigéria Sub-17, que juntamente com o Brasil são os maiores vencedores, com três títulos cada um, sendo que a Nigéria possui também três vices. No Mundial da Coréia (2007), os nigerianos eliminaram grandes como: Argentina, Alemanha e Espanha na final.

No Sub-20 o número de títulos não é tão grande, mas mesmo assim é louvável. Gana em 2009 venceu na final o Brasil de Neymar e Ganso, a própria Nigéria foi por duas vezes vice-campeã.

Percebemos que por vezes essa grandiosa superioridade na base se reflete na principal, o maior exemplo disso são as próprias seleções africanas, a quantidade de "flops" que a base apresenta é muito grande, por isso devemos pensar uma ou duas vezes para falar bem ou mal de um jogador de base.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

As 10 maiores rivalidades do futebol - Parte 1

Rivalidade e futebol sempre existiram juntos. E não poderia ser de outra forma, quando o assunto é a paixão por determinado clube e a vontade de vencer. Mas, em alguns casos, a disputa ultrapassa as linhas do gramado e torna-se perigosa. Nessa lista vamos mostrar as 10 maiores rivalidades do futebol, que vai desde a simples vontade de vencer até disputas religiosas.

10. Milan vs. Inter de Milão

No início, existia apenas o Milan. Até que a diretoria começou a discordar em diversos pontos e se dividiu. Aqueles que queriam abrir espaço para a entrada de jogadores estrangeiros decidiram criar outro clube: a Inter de Milão. A principal meta do novo time passou a ser, então, montar uma equipe competitiva para derrotar aquele que viria a ser seu maior rival na Itália. Inter ganhou o estigma de “time dos ricos”, enquanto o Milan ficou conhecido como o “clube dos pobres”.


9. Estrela Vermelha vs. Partizan Belgrado

No ano passado, o brasileiro Cléo, que já jogou pelo Atlético-PR e agora atua no futebol sérvio, trocou o Estrela Vermelha pelo rival Partizan. Foi o primeiro jogador a arriscar tal feito nos últimos 20 anos. O resultado? Recebeu ameaças de morte e teve de mudar a rotina de sua família. Esse é apenas um dos muitos fatos que ilustram a grande rivalidade do maior clássico da Sérvia. Ambos os times foram fundados em meados em 1945, no pós-guerra. Estrela Vermelha começou com um grupo de universitários que eram combatentes e defensores da velha união. Já o Partizan nasceu e se desenvolveu como o clube do exército.


8. Olympiakos vs. Panathinaikos

O futebol grego tem três grandes times: AEK, Olympiakos e Panathinaikos. Mas a maior rivalidade do país fica reservada aos dois últimos. O Panathinaikos é o time da capital, Atenas. Criado por banqueiros e comerciantes ingleses, acabou definido como o time da elite. Bem perto dali, na cidade de Pireu, o Olympiakos acabou abraçando os operários.


7. Peñarol vs. Nacional

Nacional e Peñarol brigam para definir qual time foi fundado primeiro – mesmo sabendo que o Albion é o mais antigo do Uruguai. A diretoria do Peñarol diz que o clube já existia antes da fundação do seu maior rival, mas com outro nome: CURCC (Central Uruguayan Railway Cricket Club). O Nacional, por sua vez, garante que se tratam de dois times distintos e, portanto, foi ele o primeiro a ser criado. Considerado um dos maiores clássicos da América do Sul, os dois clubes somam oito títulos em Libertadores e quatro Mundiais. Em 2000, um jogo chegou a ser encerrado após briga generalizada em que nove jogadores foram presos.


6. Barcelona vs. Real Madrid

O embate entre Barcelona e Real Madrid é, principalmente, geográfico. Representantes de Catalunha e Castela, respectivamente, os times viram a rivalidade aumentar na época da ditadura espanhola. Aos poucos, a língua catalã virou símbolo daqueles que eram contra a ditadura e que apoiavam o Barcelona. De lado oposto, o Real Madrid era o time ligado aos poderosos do governo.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

10 Lições para entender o Barça

Por: Sérgio Xavier Filho
Retirado da Revista Placar de Julho de 2011


1- QUANDO COMEÇOU ESSE TIME?.

Em 1988, momento em que a equipe era saco de pancadas.

Johan Cruijff, ex-ídolo do clube, assumiu o time com carta branca. E resolveu ressuscitar a Holanda total de 1974 dentro de um clube. O conceito básico era posse de bola. Todos marcam, todos atacam e grandes jogadores não podem atrapalhar o conjunto da equipe. A escola barcelonesa nasceu assim. A primeira geração teve Laudrup e Stoichkov. Depois vieram Romário e o próprio Guardiola. O título da Copa dos Campeões de 1992 foi a confirmação de que o caminho era esse. E para sempre. De lá pra cá, treinadores tentam manter esse espírito. Nem todos conseguiram.
 
2- GUARDIOLA É ESSE GÊNIO TODO?
 
 
Quando foi convocado para assumir o Barça já estava em queda.

O convite, feito pelo dirigente Juan Laporta, era um risco total. Guardiola nunca tinha dirigido um time profissional, mas tinha a biografia a seu favor. Catalão, nasceu no Camp Nou, conhecia os tufos do gramado. E era topetudo. Antes de aceitar, provocou: "No tenrdás cojones de ponerme". O Barcelona teve...

3- O BARCELONA TINHA LARANJAS PODRES?

Sim, pelo menos umas quatro de bom tamanho.
 
Ibrahimovic, Eto'o, Ronaldinho Gaúcho e Deco travavam o time. Guardiola nunca questionou o futebol do sueco Ibrahimovic. No primeiro jejum de gols, soltava nas internas um "ninguém passa pra mim". Isso pegava mal. Um desse que não soltavam a bola era Messi... O problema do camaronês era de mesma natureza: Samuel "Ego'o". O atacante fazia os gols, mas queria brilhar sozinho. Não deixava Messi crescer. Entre um e outro, Guardiola optou pelo argentino.
 
4- O TIME ERA BALADEIRO?

Não exatamente.
 
Barcelona é uma cidade noturna e muitos jogadores aproveitavam essas oportunidades todas. Dois passaram do ponto. Ronaldinho Gaúcho e Deco começaram a influenciar o mais jovens também, incluindo aí o argentino Messi. Guardiola percebeu que era preciso tomar uma providência. Em um treino, Ronaldinho e Deco chegaram após uma balada vigorosa. Se queixaram de dores musculares, foram fazer massagem. Ficou famosa no grupo de jogadores a história de Ronaldinho dormindo na maca. O Barcelona cortou o mal pela raíz e ejetou a dupla brasileira.
 
5- QUEM É A CARA DO BARÇA?

Guardiola, Xavi, Puyol e Iniesta.

O treinador Guardiola tem 40 anos, é jovem como seus comandados. Puyol é p líder emocional. Xavi é o técnico dentro de campo (e fora também). Inesta fala pouco e fala bem. Eles são torcedores do clube. Fanáticos. Isso faz toda a diferença. O quarteto não tem apenas os interesses pessoais e profissionais, se preocupa com o futuro do clube nos próximos quatro ou cinco anos. Além disso, são ídolos que não se distanciam da sua Barcelona. Todos seguem frequentando seus lugares, vários deles muito simples. Esses catalães conquistaram o mundo duas vezes em menos de um ano. Primeiro com o uniforme oficial da Espanha, e agora com a camisa azul-grená da verdadeira seleção nacional da Catalunha.
 
6- AINDA HÁ PEIXES FORA D'ÁGUA NO GRUPO?

Sim, o artilheiro David Villa, que chegou em 2010, segue tentando entender o Barcelona.
 

Segundo Xavi, ele agora está "aprendendo a jogar futebol". Não entendeu a diferença entre atuar no Valência e no Barcelona. No primeiro, eram dez jogadores brigando pela bola e tocando-a para Villa correr atrás. Difícil de jogar, fácil de entender. No Barça, o contrário. É duro de entender a mecânica do time, mas fácil de jogar, porque a bola chega limpa. A dificuldade é a ocupação de espaços e os deslocamentos. O atacante não pode ficar à frente da linha da bola quando a posse é do adversário. Isso sobrecarrega o meio-campo. No Barça, a ideia não é correr 40 metros de vez em quando, mas correr 10 metros sempre, fechando espaços. Trabalho de formiguinha.
 
7- MESSI É ÍDOLO DOS SEUS COMPANHEIROS?

Não era.

Os jogadores admiravam a habilidade do argentino formado nas canteras do Barcelona, mas questionavam sua eficiência para o time. Isso mudou. O fundamental é que Messi "entendeu" o jogo. Quando percebe que errou em suas primeiras três arrancadas, toca de lado até recuperar a confiança mais tarde. No segundo jogo da semifinal da Liga dos Campeões, o Real vinha botando o Barça na roda no primeiro tempo. Em duas oportunidades, Messi perdeu a bola e não deu combate. Na terceira, como se estivesse falando com um estagiário, Xavi deu um berro com o argentino: "Vamos começar a cercar?" A bronca surtiu efeito.
 
8- MESSI É UM FOMINHA?
 
De certa forma, sim.


O argentino fala pouco, quase nada. Na verdade, ele tem dois interlocutores: Milito e Mascherano. Não que os compatriotas coadjuvantes procurem a estrela. É o contrário. Messi é que vai atrás dos dois. O craque é viciado em futebol. Guardiola não consegue poupá-lo. Sacar Messi do time significa tirar o brinquedo da criança, ele desconcentra. Nessas partidas vadias do fim do Campeonato Espanhol, quando tudo o que interessava era a Liga dos Campeões, Messi entrava jogando com a combinação de sair no início do segundo tempo. Guardiola o chamava. Messi dizia: "Estou bem mister, só mais um pouquinho". O técnico deixava. Apenas em dois jogos do Espanhol é que os médicos exigiram sua saída. "Certeza que ele vai estourar". Logo após o fim da Copa do Mundo, o time estava todo de folga. E a equipe reserva tomou de 3x1 do Sevilla na primeira final da Supercopa da Espanha. Messi, Iniesta e Xavi imploraram para jogar a segunda partida. Barça 4x0 e campeão.

9- ATÉ QUE PONTO CONSCIÊNCIA TÁTICA GANHA TROFÉU?

O Barcelona não é diferente só pelo talento.

A semifinal da Champions começou com um Real inflado pela conquista da Copa do Rei. Guardiola não queria deixar o adversário crescer. A chave era segurar Daniel Alves. O combinado é que ele não passasse do meio-campo no início. "Dani, pelo amor de Deus, não vai", dizia Iniesta no jogo. Deu certo. Como Mourinho tinha encarregado Di María de grudar em Daniel, o argentino ficou à frente da linha da bola e deixou o meio despovoado. Ali o Barça mandou na partida.
 
10- NÃO BATEU UM MEDO DE REPETIR 2010 E PERDER DE NOVO UMA LIGA DOS CAMPEÕES COM O MELHOR TIME?
 
Se bateu, todos disfarçaram muito bem.
 
A preleção de Guardiola em Londres foi quase sonolenta. Não havia muito mais a dizer. "Não se esqueçam de como vocês chegaram até aqui. Não mudem nada. É o nosso jogo, toquem a bola". Todos prestaram atenção, menos um, que olhava para o lado. O massagista, Juanjo Brau, que conhece Messi desde o tempo das divisões de base, tranquilizou os jogadores do Barça que se preocuparam com o desligamento do argentino. "Relaxem, ele está ligadíssimo". Juanjo se preocupou quando Cristiano Ronaldo virou o artilheiro na reta final do campeonato com quatro gols em dois jogos. E perguntou a Messi se aquilo o incomodava. O argentino respondeu: "O que vale mais? Quatro gols desses ou um em Londres?" Para todos, um sinal de maturidade do argentino.

domingo, 24 de julho de 2011

As equipes mais vitoriosas da década


MUITO RELEVANTE: A década começou em 2001 e terminou em 2010. Não vou mais perder tempo explicando isso. Na dúvida, pense que a primeira década do nosso calendário foi do ANO 1 ao ANO 10 depois de Cristo.


10ª POSIÇÃO – SÃO PAULO

1 Mundial

1 Libertadores

3 Brasileiro

1 Paulista

Primeiro tricampeão brasileiro seguido na história

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9ª POSIÇÃO – SAN ANTONIO SPURS
3 título da NBA

10 Idas aos playoffs

2 Prêmios de MVP

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8ª POSIÇÃO – PORTO

1 Mundial

1 Liga dos Campeões

1 Copa da Uefa

6 Campeonato Portugueses

5 Taças de Portugal

1 “mini” Tríplice Coroa (Copa da Uefa + Português + Taça de Portugal)


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7ª POSIÇÃO – MANCHESTER UNITED

1 Mundial

1 Liga dos Campeões

5 Campeonato Ingleses

1 Copa da Inglaterra

3 Copas da Liga

Igualou o Liverpool com 18 títulos ingleses

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6ª POSIÇÃO – BOCA JUNIORS

1 Mundial

3 Libertadores

2 Sul-Americanas

4 Argentinos

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5ª POSIÇÃO – FERRARI

5 títulos mundiais de pilotos

6 títulos mundiais de construtores

Recorde de mais pontos em um campeonato


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4ª POSIÇÃO – LOS ANGELES LAKERS

4 títulos da NBA


6 títulos Conferência Oeste

Melhor aproveitamento da história dos playoffs: 15v-1d

9 Idas aos playoffs em dez temporadas

Kobe – 81 pontos em um jogo


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3ª POSIÇÃO – BARCELONA

1 Mundial

2 Liga dos Campeões


4 Espanhóis

1 Copa do Rei

1 Tríplice Coroa

Dois times que encantaram o mundo

4 Prêmios de Melhor do Mundo da Fifa

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2ª POSIÇÃO – NEW ENGLAND PATRIOTS

3 Super Bowl

8 Idas aos playoffs

Mais vitórias do que derrotas em todas as temporadas da década

Recorde atrás de recorde

2 Prêmios de MVP

Temporada “quase” perfeita: 18-1

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1ª POSIÇÃO – SELEÇÃO BRASILEIRA MASCULINA DE VÔLEI

Ouro na Olimpíada de Atenas

Tricampeão do Mundo

Prata na Olimpíada de Pequim

2 títulos da Copa do Mundo

8 títulos da Liga Mundial

2 títulos da Copa dos Campeões

Ouro no Pan-Americano

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Fonte: http://diario.esporteinterativo.com.br/vitorsergio/category/listas-que-seguem/

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Saindo dos patamares do site, análise de Holada vs Brasil (Opinião Própria)

Hoje, 02 de Julho de 2010 foi um dia tenebroso para a história da Seleção Brasileira de Futebol. No Estádio Nelson Madela Bay em Porto Elizabeth na África do Sul o Brasil confrontou a Holanda em uma partida boa de se esquecer, o Brasil começou arrebentando os Holandeses, fez logo aos 10' o primeiro gol, e poderia fazer muito mais muitooo mais, este foi o erro da equipe brasileira, acomodou-se com o misero 1x0 contra uma equipe perigosa, e que sabe "catimbar" a partida. 

No segundo tempo o Brasil simplismente não voltou a campo, parece ter ficado a ALMA do time quase que completamente no vestiário, ou talvez nem existiam mais. Em uma bola considerada "vadia" o nosso goleiro Julio César e nosso volante/agressor Felipe Melo, que por sinal deu a assitência para o primeiro gol, não se entenderam o que resultou no gol contra do no volante. A partir daí o que restava da ALMA  do Brasil acabou por se esgotar, o time que se via no campo era apático e abatido. A Holanda acabou por virar o jogo e enterrar literalmente o Brasil, só não fez mas porque esteve brincando na frente da área.

Dunga em certo momento (não vi mas com certeza existiu) olhou para o banco de reservas brasileiro e viu: Gilberto, Kléberson, Grafite, Luisão, Thiago Silva, Nilmar, Julio Baptista, entre outros. Neste momento com certeza ele deve ter exclamado,"putz quem eu coloco neste momento para decidir o jogo"?. Talvez poderia colocar Ronaldinho ou P.H Ganso que você não convocou por causa de sua "lealdade".

O Brasil sedirá a Copa de 2014, e terá que jogar muita bola, para não acontecer o que aconteceu aqui em 50 e na África em 2010.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

8 fatos polêmicos ocorridos na Copa do Mundo

A galera da Super Interessante reuniu em uma matéria os 8 episódios mais feios, controversos e infelizes de Copas recentes – provando que a competição não é só aquela coisa bonita e pacífica que junta o mundo todo num só coração.

8- David Beckham chutando o argentino na frente do juiz



A rivalidade com a Argentina não é coisa só de brasileiro: rola uma inimizade por parte dos ingleses também. No começo do segundo tempo da partida entre as duas seleções na Copa de 98, David Beckham sofreu uma falta do jogador da Argentina Almeyda Simeone e caiu. Mas não deixou barato e, mesmo no chão, revidou com um chute no argentino – na frente do juiz. O inglês foi expulso, a Inglaterra ficou em apuros e foi eliminada. Beckham foi massacrado pela imprensa e pelos torcedores, que o culparam pela derrota. A fúria foi tanta que as pessoas o ameaçavam e queimavam imagens suas.

7- França: campanha tão ruim que se tornou assunto de Estado

A França já havia penado nas eliminatórias para a Copa de 2010 (e conseguiu a vaga graças a um gol com toque de mão), mas ninguém esperava o fiasco que estava por vir: a seleção não venceu nenhuma partida e terminou como lanterna do grupo. Mas o pior de tudo foram os barracos envolvendo jogadores e comissão técnica, com greve de treino (supostamente incentivada pelo ex-meia Zidane, que queria mudanças de tática), cancelamento de patrocínio e o atacante Anelka sendo mandado de volta para casa por xingar o técnico Raymond Domenech. O negócio ficou tão sério que o até o governo francês se envolveu, prometendo uma investigação.

6- A ajudinha da arbitragem para a anfitriã Coréia do Sul

Vários erros de arbitragem aconteceram na Copa de 2002, mas os mais marcantes foram os que beneficiaram a Coréia do Sul, uma das anfitriãs do Mundial, e fizeram com que 2 favoritos fossem eliminados: Itália e Espanha. Nas oitavas-de-final, os italianos tiveram um gol legal invalidado e seu principal jogador, Francesco Totti, foi expulso de campo em uma decisão que a própria FIFA admitiu, depois, ter sido equivocada. No jogo seguinte, a coisa foi pior ainda: a Espanha teve 2 gols legais anulados pelo árbitro, impedimentos foram marcados erroneamente e um escanteio para a Espanha não foi cobrado. A Coréia do Sul acabou vencendo nos pênaltis e ficou em quarto lugar na Copa.

5- A cotovelada violenta de Leonardo



Na Copa de 1994, o jogador brasileiro Leonardo surpreendeu com um lance extremamente violento. Até então um dos mais ponderados e “bonzinhos” da seleção, ele deu uma cotovelada tão forte no rosto do americano Tab Ramos que lhe provocou uma séria fratura na face e o fez ficar no hospital por 3 meses. Leonardo foi expulso e Bebeto fez o gol responsável pela vitória do Brasil naquele jogo de oitavas-de-final.

4- A piscadela de Cristiano Ronaldo na copa de 2006


Na tensa partida em que Portugal eliminou a Inglaterra do Mundial de 2006, o inglês Rooney cometeu uma falta em cima do zagueiro português Ricardo Carvalho. Cristiano Ronaldo, então, correu até o juiz e insistiu até convencê-lo a expulsar Rooney. Depois, deu uma piscadela para o seu banco, dando a impressão de que a situação havia sido armada. Na época, ele jogava no mesmo clube que o inglês (o Manchester United). O lance rendem um climão dentro do clube entre os “colegas”. Para completar, Cristiano Ronaldo sofreu ameaças de morte, teve a casa atacada por vândalos e até a sua sobrinha de 12 anos foi agredida na escola.

3- Cabeçada de Zidane na final da Copa de 2006



Durante o segundo tempo da prorrogação da partida final do Mundial em que a França enfrentou a Itália, o capitão francês Zidane, um dos melhores jogadores de futebol do mundo, respondeu às provocações do italiano Materazzi (que teria xingado a mãe e a irmã do cara) com uma cabeçada no peito. Foi expulso e a Itália venceu nos pênaltis. A raivinha fez o país perder “Eu preferia ter levado um soco na cara (ao invés de ouvir as provocações). Mas vocês acham que numa final de Copa do Mundo, quando faltam dez minutos para minha aposentadoria, eu faria um gesto desses porque me causa prazer?”, disse Zidane na época.

2- O apagão de Ronaldo na final de 1998

Ronaldo era o maior jogador do mundo em 1998. Mas, no momento mais importante do Mundial daquele ano, o “Fenômeno”decepcionou e sua atuação alimentou especulações e teorias conspiratórias sem fim. Na manhã do jogo da final contra a França, circulavam rumores de que ele havia passado mal na noite anterior e não poderia jogar. Na primeira escalação, seu nome não estava na lista, e só uns 30 minutos antes do jogo é que foi incluído. Ronaldo entrou em campo, mas não jogou nada bem e o resultado foi a desastrosa derrota para a França. Hoje, a única certeza é que ele teve uma convulsão – o motivo talvez nunca se saiba.

1- O assassinato do jogador colombiano que fez um gol contra



Nenhum erro em Mundiais teve um desfecho tão trágico como o que envolveu o jogador colombiano Andrés Escobar Saldarriaga. Depois de golear a Argentina por 5 a 0, a Colômbia foi para a Copa de 94 como umas das favoritas para levar o título, mas acabou eliminada logo na primeira fase. Quem levou a culpa foi Andrés, que era um dos queridinhos da seleção, mas fez um gol contra no jogo em que a Colômbia perdeu para os Estados Unidos. Ao voltar para o seu país, ele foi assassinado com 12 tiros. Apesar de não ter sido oficialmente comprovado, tudo indica que a morte foi encomendada por apostadores colombianos que perderam dinheiro com o resultado daquele jogo.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Mascotes da Copa do Mundo

Quem não se lembra da Naranjito, a simpática laranja que era a mascote da Copa do Mundo de 1982? As mascotes estão em qualquer evento de grande porte, a Copa do Mundo não poderia ser diferente. A Copa do Mundo é um evento visto com bilhões de pessoas e que envolve bilhões de dólares.

Você sabe a origem da palavra mascote? Na década de 1860 a palavra provençal "masco" foi utilizada para o que é definido hoje como mascote.

As mascotes se tornaram no século XX um poderoso instrumento para impulsionar as vendas de produtos relativas aos eventos e para caracterizá-los. É impossível lembrar das Olimpíadas de Moscou sem se associar ao ursinho Misha. Realizadas em 1980, durante a Guerra Fria, as Olimpíadas viraram uma arma de propaganda política. Mesmo com o boicote liderado pelos Estados Unidos, devido à invasão do Afeganistão pelos soviéticos, a lembrança da Olimpíada realizada em 1980 continua viva. Como não esquecer o choro de Misha no encerramento dos jogos?

A primeira mascote de Copa do Mundo foi o leão Willie. Curiosamente os alemães adotaram este ano um leão, o Goleo VI. Willie apareceu inclusive no pôster oficial da Copa do Mundo da Inglaterra com sua camisa com a bandeira do Reino Unido, a Union Jack. Willie é considerado a mascote mais famosa de todas as Copas do Mundo.
Willie, a mascote da Copa de 1966
Os anos 1970 foram marcados pela humanização das mascotes nas Copas do Mundo. No México em 1970 a mascote escolhida foi Juanito, um menino com características caucasianas com um sombreiro e uma bola. Em 1974 as mascotes foram a dupla Tip e Tap, dois meninos com o uniforme da seleção da Alemanha Ocidental. Um tinha as inicias de Copa do Mundo em alemão (WM - Weltmeisterschaft) numa camisa e o outro o ano da Copa (74). Em 1978, Gauchito foi o escolhido para a Copa da Argentina. Novamente um menino com a camisa da seleção local e características regionais.
Juanito, a mascote da Copa de 70 no México
A dupla Tip e Tap, mascotes da Copa de 74
Gauchito, a mascote da Copa de 78 na Argentina
Os anos 1980 mudaram a concepção de mascotes. Uma laranja e uma pimenta com sombreiro foram as mascotes da década. Em 1982, Naranjito foi a primeira fruta como mascote em Copas do Mundo. A laranja com a camisa da seleção espanhola fez muito sucesso por ser simples. Além de estar estampada em vários produtos da Copa a laranjinha da Copa protagonizou uma série de desenhos animados na televisão espanhola. No revival dos anos 1980 Naranjito aparece com um dos símbolos dos anos 80.
Naranjito, a mascote da Copa na Espanha em 82
O estranho Pique foi a mascote escolhida para a Copa do México de 1986. Pique era uma pimenta com bigode vestida com as cores da seleção local e um típico sombreiro mexicano.
Pique, a mascote da segunda Copa no México, em 86
Em 1990 tentaram criar uma mascote diferente para a Copa da Itália. Ciao talvez seja a mascote mais bizarra de todas as Copas do Mundo. Ciao é um boneco tricolor simulando um jogador de futebol. Além das bandeiras da Itália por todo o seu corpo, Ciao tinha uma bola de futebol na cabeça. Apesar disso, Ciao fez muito sucesso na época também.
Ciao, a estranha mascote de 90, na Itália
O cão Striker, mascote da Copa nos EUA em 94
O galo Footix, mascote da França em 98
O cão Striker foi escolhido como mascote para a Copa de 1994 dos Estados Unidos. Striker vestia-se com as cores da bandeira dos EUA. Em 1998 os franceses optaram pelo galo Footix. O galo é o símbolo do país e Footix era um Galo azul, cor da camisa da seleção francesa. Nos anos 90 foi intensificada a utilização das mascotes em diversos materiais promocionais, sem contar na divulgação do evento em cartões telefônicos, selos e todos os tipos de peças para promover a Copa do Mundo.

Seguindo uma tendência de ter mais de uma mascote por evento dos anos 1990, a Copa da Coreia teve os estranhos Ato, Nik e Kaz. Seria natural que a primeira Copa do Mundo em dois países diferentes tivesse mesmo dois mascotes.
Ato, Nik e Kaz, os estranhíssimos mascostes de 2002
A mascote da Copa de 2006 é o leão Goleo VI. Um leão de 2 metros e 30 centímetros de altura e 18 anos. Goleo veste a camisa 06 da Alemanha em referência ao ano da Copa e tem a companhia de Pille, uma bola falante. Ao contrário dos outras mascotes Goleo VI não é um desenho.
Goleo VI e sua amiga Pille, os mascotes de 2006 na Alemanha
A estratégia de mais mascotes por evento aumenta as vendas de produtos mas dificulta a lembrança do evento. Assim como as mascotes da Copa passada já caíram no esquecimento a lembrança da Águia Sam das Olimpíadas de 1984, do Ursinho Misha de 1980, Naranjito de 1982 permanecem. Resta saber se Goleo VI e Pille não vão acabar no buraco da memória.

Zakumi, a mascote da Copa do Mundo - África do Sul 2010


Zakumi é um leopardo com o cabelo verde e a mascote oficial para de FIFA para a Copa do Mundo de 2010 na África do Sul. Você sabe o que significa Zakumi? O código "ZA" representa a África do Sul ("Zuid-Afrika" em holandês) e "Kumi" significa dez (ano da Copa do mundo) em várias línguas africanas. A palavra "Zakumi" também pode ser entendida como "vem aqui" em algumas línguas sul-africanas.

Zakumi foi apresentado em 22 de setembro de 2008, mas a mascote "nasceu" em 16 de junho de 1994, dia da juventude na África do Sul. O ano de 1994 representa o nascimento de uma nova África do Sul, com a introdução das eleições democráticas no país. Como Zakumi terá 16 anos na Copa do Mundo ele também representa a nova geração que nasceu num país sem a política racista do Apartheid.

Álbuns das Copas

Álbum da Copa do Mundo da Coréia e do Japão '02



Álbum da Copa do Mundo da Alemanha



OBS: Como o Álbum da Copa 2010 ainda não está disponível para download, não o colocaremos hoje mas logo quando conseguir o link para download postarei o último.

domingo, 27 de junho de 2010

Álbuns das Copas

O Jogadores Legendários traz mais uma novidade inédita para o download, os álbuns das Copas, desde de 1990 a Panini vem fazendo álbuns de figurinhas(mas desde de antigamente existia álbuns das Copas, entretanto não era a panini que confeccionava), nos quais os jogadores são os principais protagonistas. O JL vai trazer os álbuns desde 1990 na Itália. Estarão disponiveis para o download três álbuns neste post, e três álbuns na terça-feira.

Álbum da Copa do Mundo da Itália '90


Álbum da Copa do Mundo dos EUA '94


Álbum da Copa do Mundo da França '98

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Os 11 melhores da História das Copas do Mundo

Eu, você, todos nós temos nossos times dos sonhos nas Copas do Mundo, jogadores como: Müller, Pelé, Maradona, Beckenbauer, entre outros, são sempre lembrados nestas listas. Neste post estarei postando o Time Legendário eleito pelo internauta e os times eleito pelos grandes craque, no site do CastrolFootball.com.

Veja aqui abaixo o time eleito pelos internautas do mundo inteiro no site CastrolFootball.com. Ao lado está a porcentagem que foram escolhidos os repectivo jogador.




























Abaixo o time escolhido por Shearer.




























Abaixo o time escolhido por Koeman.




























Abaixo o time escolhido por Butrageño.




























Abaixo o time escolhido por Collina.




























Abaixo o time escolhido por Desailly.




























Abaixo o time escolhido por Hitzfeld.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

A evolução dos uniformes da Seleção Brasileira

Com gola pólo, gola canoa, amarela, branca, azul, com verde ou sem verde, não importa o modelo. A camisa da seleção brasileira sempre causa grande expectativa em seu lançamento antes do mundial. O que todo mundo realmente espera é que a camisa leve para os jogadores muitas vibrações positivas e traga para o Brasil a taça da Copa do Mundo.

Veja acima a evolução dos uniformes da Seleção Brasileira.

1930: Em sua primeira Copa do Mundo, o Brasil usava camisa branca com detalhes azuis. E as cordas na gola, que eram moda na época, detalhavam o uniforme. Este modelo foi usado até 1935.

1938: Oito anos depois, a camisa da seleção canarinho continuou branca. Porém, o escudo estava maior do que o da edição anterior e as cordas da gola deram espaço ao decote em “V”.

1950: Naquela Copa, além do decote em “V”, a camisa ganhou uma gola pólo. Mas esta foi o último mundial em que o Brasil jogou de branco, já que a cor ficou associada ao Maracanaço. Nome dado a partida que decidiu a final da Copa de 1950, no Maracanã, em que o Brasil perdeu para o Uruguai.

1954: A amarelinha estreou no mundial sediado na Suíça, o modelo continuou o mesmo, adicionando somente o verde nas golas e na manga, mas a mudança de cor não trouxe o resultado que os brasileiros esperavam. A vitória só chegou, com a insistência neste modelo, nos anos de 1958 e 1962.

1970:
Eleita a camiseta mais bonita da história do futebol, pelo jornal The Times, a camisa da seleção de 1970 ganhou modelo canoa em sua gola.

Além do uniforme, o time daquele ano também é considerado inesquecível, por ter jogadores como Clodoaldo, Jairzinho, Tostão, Pelé, Zé Maira e Rivelino.


1974: No mundial sediado na Alemanha Ocidental, onde o Brasil terminou em 4º lugar, sua camisa permaneceu com a gola canoa, mas foram incluídas 3 estrelas acima do escudo.

1978: Neste ano, a CBD, até então Confederação Brasileira de Desportos, tinha fechado contrato com a Adidas para o fornecimento do uniforme, assim, as três listras da marca apareceram na manga, mas sem o logotipo da empresa.

1982: Este foi o primeiro mundial disputado pelo Brasil sob a sigla CBF, agora Confederação Brasileira de Futebol. Com isso, o uniforme mudou novamente de fornecedor e teve o escudo alterado.


Casa Grande à direita e Sócrates à esquerda em 1986

1986: Foi a primeira vez que a marca patrocinadora do uniforme, Topper, apareceu na camisa. A gola já não era mais canoa, voltou a ser pólo e com decote em “V”.

1990: A única modificação feita na camisa com a qual o Brasil disputaria o Mundial na Itália foi novamente a gola, que manteve o modelo pólo, mas passou a ser mais fechada na altura do pescoço.

1994: A camisa da Copa de 1994 foi a mais alterada entre todos os modelos. O escudo passou a ser acompanhado do nome Brasil, e a Umbro, nova empresa fornecedora do material, colocou três grandes escudos como estampa.

1998: Pela vitória da edição anterior, a camisa adotou mais uma estrela acima do escudo, a gola voltou a ser canoa e a manga ganhou duas listras verdes. Também foi o primeiro ano em que a Nike, atual fornecedora da seleção, teve seu logotipo estampado na camisa.

2002: A gola, maior item modificado em todas as versões, passou a ser gola amarela da mesma cor da camisa, e o verde ganhou detalhes laterais.

2006: Mais uma estrela foi adicionada à camisa brasileira, por conta da vitória em 2002, na Coreia do Sul e Japão. O escudo ganhou contorno, a gola ganhou estrelas, o número da camisa passou a estampar o meio frontal e na barra aparecia a frase “nascido para jogar futebol”.

2010: O modelo deste ano lembra o de 1970. Mas com um tecido bem diferente, quem tem uma espécie de furinhos. Já a frase “nascido para jogar futebol” passou para a parte interna da camisa, perto da gola.
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